#Os Intocáveis#




Adeus, Lênin! (Good Bye Lenin, 03)


 

Eis um filme alemão de muito prestígio que é muito bom. Um excelente trama, um excelente elenco, um excelente diretor, o que tem para dar errado? Justamente nada. Sem dúvida um dos melhores filmes dos últimos anos, e por que não da década? Inteligente, cativante, carismático, interessante, emocional e merecidamente ganhou o status que tem hoje. Uma grande injustiça foi excluí-lo da corrida pelo Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, porque foi sem dúvidas o melhor filme de 2003. Adeus, Lênin! é um filme muito bem rodado, que nos torna pessoas diferentes, nos dá outra perspectiva de vida. Como ela pode ser bela, mesmo fazendo diversos sacrifícios, como a solidariedade e bondade com as pessoas, e vontade de tornar sua vida melhor, não importando o quanto isso a afete, é bom. Dá prazer e te deixa feliz, você se sente útil. É isso que o filme faz.

Creio que isso é uma grande contribuição do ótimo roteiro, vibrante e ao mesmo tempo conscientizador, que apela para a nobreza da pessoa e ao mesmo tempo é intrigante, que nos faz querer voltar no tempo e consertar os erros. E isso não importa se você ou essa outra pessoa errou. Ele pode ser classificado em diversas categorias, desde um drama a uma comédia. Mas qualidade é o que não falta, estranhamente interessante é um filme que utiliza um fundo histórico que abalou o mundo e transformou magnificamente num filme humano e pessoal.

Creio que Wolfganger Becker, o diretor, contribuiu bastante para isso também, competente e com um novo estilo, ele inovou a técnica de se utilizar a câmera e sua perspectiva com a condução minuciosa e redundante. Uma nova noção de ver as coisas, é isso que ele faz, assim como a mensagem do filme, é o jeito que ele opera a câmera e dirige. Focando e centralizando nas emoções das personagens, ele consegue exprimir o máximo de qualidade da obra. Você chega a se imaginar na pele das personagens, e isso é um fator muito positivo.

Alexander Kerner é um garoto da Alemanha Oriental, ou seja, da Alemanha socialista, que ainda quando criança perde seu pai, que fugiu para a Alemanha capitalista. Sua mãe abalada com a notícia e com o fato de ficar sozinha tendo de criar dois filhos, acaba tendo uma síncope e fica catatônica. Quando recupera a consciência e volta a atividade, se tornando um membro da RDA (República Democrática Alemã), sendo uma ativista socialista. Mas ao ver que Alex fazia parte do movimento para acabar com tudo que ela acreditava, ela sofre um ataque cardíaco e entra em coma. Durante oito meses ela fica "dormindo", e o país sofre drásticas mudanças, como a queda do Muro de Berlim e a entrada do capitalismo no país. Quando acorda, o médico previne que qualquer choque maior que ela venha ter pode resultar em outro infarto, resultando na morte, e assim Alex a todo custo tenta esconder os últimos fatos que ocorrerão. Disfarçando tudo, até mesmo os programas de televisão.

Daniel Brühl é um excelente ator, conseguindo ao máximo executar uma obra significante para o mundo (ao menos deveria ser), e mostrando uma ótima relação mãe e filho, carinhosamente e carismaticamente ele envolve as pessoas em seu conforto e naturalidade, e em nenhum momento parece estar escondendo e mentindo para a mãe, pois ele sabe que aquilo é para o bem dela. Convincente, talentoso e brilhante, é assim que caracterizo sua atuação. Admiração é o que se sente quando vê o filme, e não só dele como ator, mas como da sua personagem. É isso que move ele antes de tudo, admiração pela mãe, e assim como ela tem por ele. Katrin Sab é uma ótima atriz, e apesar de estar em grande parte do filme inconsciente ou na cama repousando, ela mostra que é capaz de fazer seu trabalho muito bem. Ainda destaco as atuações de Chulpan Khamatova (Lara, a namorada de Alex) e de Maria Simon (Ariane Kerner, irmã de Alex), surpreendentes, assim como todo o filme. Admito que não esperava tanto do filme, mas tive uma ótima surpresa, descobri um dos melhores filmes que já vi.

Além do roteiro, direção e atuações que já seria o suficiente, o filme ainda tem uma ótima trilha sonora que se adequa perfeitamente ao clima cômico dramático e ajuda muito a produção. Muito boa. A fotografia é soberba, chega a ser cristalina a imagem de tão boa. Assim como o resto, cenografia, figurino, montagem (o filme conta com bastantes imagens da época da queda do Muro de Berlim), e tudo é feito para se passar em 1989/1990 na transformação do mundo socialista em capitalista.

Não foi à toa que o filme foi super aplaudido ao redor do mundo e foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e ganhador de seis prêmios no European Film Awards (Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Roteirista e três na escolha do público: Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Atriz), é simplesmente fabuloso, magnífico. É uma lição de vida, mas o filme não cai em clichês e não é um clichê ambulante como a maioria dos filmes que tentam abordar assuntos ou temáticas parecidas, ele é um filme digno, compreensivo e inteligente. A comédia do filme dá um toque de descontração e ajuda muito a passar a idéia de ambiente saudável. É por isso que o filme é tão bom, e é no meio de tanto blockbusters ruins como Hulk e Matrix Revolutions, que um filme estrangeiro e pequeno se sobressai, como esse maravilhoso Adeus, Lênin!.

Nota:100/100 - Crítica escrita em janeiro de 2004.

Escutando: CD (Absolution - Muse); Música (I'm Waiting For the Night - Depeche Mode)

A Descobrir

Fuga à Meia Noite (Midnight Run, 88) - Esse filme é a denominação de entretenimento, de filme pipoca de qualidade. Vocês não te, idéia como eu me diverti nessa aventura que mistura o policial e a comédia. Robert De Niro, John Ashton e Dennis Farina, com direção de Martin Brest. O que mais falta no descmpromisso. Chega a ser empolgante essa brincadeira de gato e rato.  [85]



 Escrito por Gabriel Carneiro às 09h34
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Resident Evil - O Hóspede Maldito (Resident Evil, 02)


 

Eu nunca quis ver esse filme. Nunca. Nunca me interessei pelo jogo, nunca fui muito fã de video-game, nunca gostei de filmes bobocas de ação, e nunca achei que meia dúzia de efeitos especiais segura um filme. Por que o vi então? Pois é, acho que a única explicação plausível é que ao conferir o terceiro episódio de Lost no AXN, tive preguiça demais de mudar de canal. Deu no que deu, assisti um filme horrível, que tem um ou dois aspectoos positivos se eu estiver de muito bom humor (o tinha acontecido comigo). Acho que o que agravou o fato de eu não ter gostado do filme, foi não gostar de filmes de zumbi. Eu não gosto de filmes de zumbi, são todos iguais, e o único que posso dizer que é uma exceção é Extermínio - que SPOILERS parece ser bastante com a sequência deste filme FIM SPOILERS. Bom, pelo menos algo bom esse filme me trouxe: vontade de escrever novamente nesse abandonado espaço - e peço desculpas por isso, mas como mencionei no post anterior, falta-me inspiração -, o que não me acontecia desde que postei sobre o bom O Aviador, tanto que desde então o único filme realmente comentado havia sido O Lenhador. Outra coisa positiva vai ser que com a ajuda desse filme terá na minha lista mensal algum filme com uma estrela e não vão poder falar que eu gosto de tudo.

Ultimamente, quando vejo filmes, procuro racionar sobre o que vi, elaborar questões existenciais para uma possível compreensão do que vivemos (eu sei, pseudo-intelectual demais, mas fazer o quê?). E a única lição que pude tirar dessa tentativa de cinema é: como desperdiçamos tanto tempo de nossa vida em coisas ruins e boçalidades? Sim, pois ainda não me conformo de ter perdido 1h30 para assitir tal coisa execrável, sendo que existem filmes muito melhores com essa duração ou até menos. Pelo menos não pode se negar que é um questão sábia e vingadora. Expliquem-me o porquê disso. O tempo é curto, temos apenas 24 horas por dia, na qual 1/3 é gasta com sono de beleza, eu ainda gasto, em média, mais 6 horas e meia com estudo diário ( e nem é algo que eu goste de estudar, porque se fosse não seria um tempo não tão bem aproveitado). Sobra-me pouquíssimo tempo para fazer algo proveitoso, algo que me agrade, e eu ainda gasto 1h30 assistindo Resident Evil - O Hóspede Maldito. Vai entender.

Como disse acima, não gosto do jogo, mesmo achando que possa ser interessante, mas meu desinteresse por video-game em geral não me faz querer conhecê-lo. Mas se o jogo for tão ruim quanto o filme, posso dizer sabiamente que fiz a escolha certa não desperdiçando mais tempo da minha vida com tamanha estupidez e falta de criatividade. E se vão fazer mais uma adaptção de um game, por que contratar o diretor do também idiota Mortal Kombat?

A Colméia é o centro de uma empresa que mexe ilegamente com vírus. Alguém é contratado para conseguir provas e incrimar a companhia. Algo errado acontece e esse vírus se dissemina pelo ar contaminando todos os funcionários. Efeito: todos morrem mas seus corpos continuam ativos, os vulgos mortos-vivos. Uma esquadrão entra em cena para desconectar a Colméia, mas vários problemas os aguardam.

Milla Jovovich não é boa atriz e nem é tão gostosa. No máximo comível. Podiam ter escolhido alguém com o mesmo nível de interpretação mas que ao menos fosse mais apresentável. Se conseguissem alguém soubesse que fazer mais uma expressão num filme que exige duas estaria até bom demais. Deixando meus comentários machistas de lado, vou ainda completar que ninguém no elenco presta. Nem ninguém na área técnica ou na direção, roteirização ou qualquer mais função que possa existir. Pelo menos o filme não me fez ficar com tanta raiva e desconforto. Isso explica a minha bondosa estrela. Lembra que falei que existiam um ou dois fatores positivos no filme? Na verdade não existe, mas essa uma estrela vai por ter me incentivado a escrever algo e questionar o tempo-espaço.

Agora já sei que filme não vou assitir a não ser que me embebedem e me obriguem a assitir: Resident Evil - Apocalipse.

Nota: 11/100

Escutando: CD (OST High Fidelity - Vários); Música (We Are the Dead - David Bowie)

A Descobrir

Minha Luta (Mein Kampf, 61) - Recomendo este ótimo documentário sobre o Hitler e a ascenção do nazismo. Sempre fui ávido em querer conhecer mais e mais sobre este tcapítulo tão interessante da História mundial. E nesse documentário mostra muitos fatos a mim desconhecidos por se focar mais no período pré-guerra e não no ato em si e nas consequências. Utiliza-se de vídeos, fotos e documentos origiais para traçar uma linha temporal pelos eventos.  [83]

PS: Foi-se a página sobre pênis grande. Mas agora aparecem 2 pop-ups. Como faço para eles não aparecerem mais? Alguém?



 Escrito por Gabriel Carneiro às 22h53
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O Lenhador (The Woodsman, 04)


 

Não posso dizer que estou muito inspirado ultimamente para escrever sobre qualquer filme. Nenhum atualmente me fez realmente refletir ou me incentivou a escrever um texto com muita vontade. Pensei em escrever sobre O Fantasma da Ópera (2004), porém por mais que tenha gostado do filme não sei se consigo dizer muito. Por isso optei em tentar escrever sobre um filme mais pessoal e profundo, como a primeira obra de Nicole Kassel. E aqui estou a divagar, ao invés de falar sobre o que interessa: O Lenhador. Vou começar falando que o filme é interessante porém abaixo das minhas expectativas. Em alguns momentos o roteiro é um pouco vago, mas que ao todo se torna muito competente e político. O grande trunfo do filme reside na analogia do título, algo que com certeza amolecerá qualquer um, pois aquilo tudo abordado  é verdade, é um fato que existe em todo mundo, e tal metáfora acaba se tornano um sussurro de esperança. Pode soar clichê: ter esperança. Mas o filme inova nesse sentido, e essa mensagem é passada da maneira mais cruel possível em se tratando desse tema.

O diretor estreante, Nicole Kassel, fez um ótimo trabalho se mostrando mais competente que muita velharia no cenário cinematográfico. Uma direção instigante e convincente. Quem viu o filme comprova. E a vantagem de morar na capital paulista é essa, eu tenho a vantagem de ver esse filmes que cehgam em cinco salas.

O roteiro é um dos achados do filme, colocando situações ambivalentes e muito discutíveis como: deve-se aceitar alguém com um passado tão horrendo sem algum preconceito; existe realmente redenção para tal depravação e incoerência; porque a mente do ser humano é algo tão complexo e distorcido a ponto de não existir uma razão lógica em muitos fatos. Mesmo essas discussões não sendo muito reflexivas, a tamanha lugubridade em que a personagem principal se encontra faz com que você se concentre e aceite tais respostas, mesmo alguma delas sendo um pouco superficiais. O filme ainda discute fatos já concretos como a visão controversa em que nossa justiça se encontra.

A celulóide conta a história de um sujeito que foi solto após 12 anos de cana por abuso de menores (mesmo o filme sendo muito subjetivo sobre a relação dele com suas vítimas) e agora volta a sua cidade, arranja emprego e namorada, mas continua sendo assombrado por seu passado. Além de ter sido relegado pela família e amigos. Para piorar a situação ele começa a ter relacionamentos (não sexuais) com uma garota de 11 anos.

Afirmo que essa é a melhor atuação do insosso Kevin Bacon, pois é uma das poucas que ele realmente está bem, dentro do papel, abandonando as caricaturas e esteriótipos. Não digo que essa é uma das melhores atuações que vi no cinema nesse ano pelos grandes nomes e papéis que chegaram aos cinemas no último mês, mas Bacon está excelente sem dúvida, e é a grande razão do filme ser o que é. Já Kyra Sedwig (ainda não sei se escrevo o nome dela corretamente, portanto perdoem-me caso tenha errado) é uma atriz que vem ganhando espaço nos últimos tempos, ganhando cada vez mais papéis significativos. Competência para isso ela tem, ainda não sei o limite que ela pode chegar. Também gostei bastante da participação da garotinha de 11 anos, está emlhor que Freddie Highmore em Em Busca da Terra do Nunca - super cultuado no momento - por exemplo.

Sinto que não disse nada além de uma crítica medíocre onde discuto superficialmente um filme que tem mais poder do que essa impressão que dei, mas não consegui me sentir instigado a dizer mais sobre a obra "analisada". Mais um filme pequeno que discute com sinceridade e simplicidade o que nos assola, uma boa opção para quem gosta de críticas e conteúdo,e não só o cinemão descerebrado ou as tentativas de quererem entrar para a história do cinema. Apenas recomendo que assistem a película, humanismo é necessário para todos, até para aqueles que não acreditam nisso, como eu.

Nota: 78/100

Escutando: CD (Violator - Depeche Mode); Música (Where Did Our Love Go - Soft Cell)

A Descobrir

Parente... É Serpente (Parenti Serpenti, 93) - Meu primeiro contato com o diretor italiano Mario Monicelli foi nessa divertida comédia de costumes e situações. Tudo se foca em um tradicional jantar natalino em família, numa tradicional e problemática família italiana. O humor negro é constante em seus 96 minutos, finalizado por um dos melhores finais na área cômica que já vi. Casamento Grego chupou bastante dessa história.  [86]



 Escrito por Gabriel Carneiro às 21h19
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Filmes vistos em fevereiro

legenda: revistos

  • Entrando Numa Fria Maior Ainda (Meet the Fockers, 04)  [65]
  • Aos Treze (Thirteen, 03)  [45]
  • O Prisioneiro da Grade de Ferro (Idem, 03)  [55]
  • Em Busca da Terra do Nunca (Finding Neverland, 04)  [80]
  • Ray (Ray, 04)  [68]
  • Os Brutos Também Amam (Shane, 53)  [65]
  • Sideways - Entre Umas e Outras (Sideways, 04)  [87]
  • Quando os Anjos Falam (A Rumor of Angels, 00)  [64]
  • Jogos Mortais (Saw, 04)  [85]
  • Garotos e Garotas (Guys and Dolls, 55)  [52]
  • Arroz Amargo (Riso Amaro, 49)  [82]
  • Studio 54 (54, 98)  [40]
  • O Aviador (The Aviator, 04)  [65]
  • Menina de Ouro (Million Dollar Baby, 04)  [96]
  • Deus e o Diabo na Terra do Sol (Idem, 64)  [48]
  • Diário de uma Paixão (The Notebook, 04)  [95]
  • Pink Floyd The Wall (Idem, 82)  [82]
  • Dr. Fantástico (Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb, 64)  [83]
  • Labirinto (Labyrinth, 86)  [90]
  • Minha Vida Sem Mim (My Life Without Me, 03)  [84]
  • Macunaíma (Idem, 69) 0 [0]
  • Mar Adentro (Idem, 04)  [86]
  • Bem Vindos (Tillsammans, 00)  [53]
  • Corações de Fogo (Hearts of Fire, 87)  [50]
  • Farrapo Humano (The Lost Weekend, 45)  [62]
  • O Bebê de Rosemary (Rosemary's Baby, 68)  [67]
  • Um Homem de Família (The Family Man, 00)  [76]
  • Guerra de Canudos (Idem, 97)   [52]
  • O Sétimo Selo (Det Sjunde inseglet, 57)  [58]
  • Regras da Atração (The Rules of Attraction, 02)  [49]
  • Esta Noite Encarnarei no teu Cadáver (Idem, 67)  [86]
  • O Fantasma da Ópera (The Phantom of the Opera, 04)  [85]
  • O Amigo Oculto (Hide and Seek, 05)  [30]
  • O Leopardo (Il Gatopardo, 63)  [80]
  • Lições Para Toda Vida (Secondhand Lions, 03)  [86]

Comentários: 34 filmes no mês. Mais que 1 por dia. Um mês que me dediquei a filmes do Oscar nos cinemas (com exceções) e clássicos. Gosto mais de Carandiru do que sua versão documental; Os brutos Também Amam é um bom faroeste, mas descobri que faroeste bom mesmo para mim são os do Leone; Macunaíma consegue ser pior que O Grito; Corações de Fogo vale por Bob Dylan; O Sétimo Selo é bonzinho, mas muito cansativo; Deus e o Diabo na Terra do Sol também é muito cansativo, mas não é nem interessante; Viva Zé do Caixão e seu Esta Noite Encarnarei no teu Cadáver.

Melhores filmes

  1. Menina de Ouro
  2. Diário de uma Paixão
  3. Labirinto
  4. Sideways - Entre Umas e Outras
  5. Mar Adentro
  6. Esta Noite Encarnarei no teu Cadáver
  7. Lições Para Toda Vida
  8. O Fantasma da Ópera

Piores Filmes

  1. Macunaíma
  2. O Amigo Oculto
  3. Studio 54
  4. Aos Treze
  5. Deus e o Diabo na Terra do Sol

Escutando: CD (Gram - Gram); Música (Apocalypse Please - Muse)



 Escrito por Gabriel Carneiro às 14h56
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Resultado da enquete "Quem vai ganhar o Oscar de Melhor Filme?"

  • O Aviador (The Aviator) - 59,76% (49 votos)
  • Menina de Ouro (Million Dollar Baby) - 29,27% (24 votos)
  • Ray (Ray) - 4,88% (4 votos)
  • Sideways - Entre Umas e Outras (Sideways) - 3,66% (3 votos)
  • Em Busca da Terra do Nunca (Finding Neverland) - 2,44% (2 votos)

Total: 82 votos

Bom, o Oscar seguiu um padrão diferente ao que 59,76% dos votantes achavam (inclusive eu), para premiar o filme de Clint Eastwood, que apesar do segundo lugar, ficou bem atrás - com menos da metade dos votos. E uma parte menos interada preferiu achar que um dos outros 3 filmes tivessem chances.

Escutando: CD (OST O Fantasma da Ópera - Andrew Lloyd Webber); Música (Al Otro lado del Río - Jorge Drexler - em ritmo de Oscar)



 Escrito por Gabriel Carneiro às 17h14
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Cotação

 

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